Resumão de Geografia para provão 3º bimestre

Critério 01: Indústria:

  • Fatores locacionais:
    • Variam ao longo do tempo e em função do tipo de indústria que se deseja implantar.
    • Durante a Primeira Revolução Industrial, as jazidas de carvão mineral eram um dos fatores mais importantes para a localização das fábricas, pois eram a principal fonte de energia. Junto com a enorme disponibilidade de capital financeiro, as indústrias concentraram-se em torno das principais bacias carboníferas britânicas, alemãs, francesas e norte-americanas.
    • Com a Segunda Revolução Industrial e a facilidade de transportar as novas fontes de energia, possibilitou a formação de novas regiões industriais, contribuindo para uma maior distribuição espacial das indústrias.
    • Nas primeiras décadas do século XX, o petróleo, além de fonte de energia, passou a ser uma importante matéria-prima. É evidente que a existência de outras matérias-primas, como minérios e madeira, é importante para a localização industrial, como é o caso das siderúrgicas do Quadrilátero Ferrífero (Minas Gerais), que foram implantadas perto de jazidas de minério de ferro.
    • Na atualidade a disponibilidade de matéria prima próxima à indústria já não é tão essencial em decorrência da modernização dos meios de transporte, que é outro fator determinante para a localização de qualquer tipo de indústria. Os diferentes meios de transporte possibilitam para a indústria o recebimento de matéria-prima e o escoamento das mercadorias produzidas.
    • A disponibilidade de mão de obra e a proximidade com os grandes centros de consumo correspondem a fatores importantes. No entanto, com a globalização e a Revolução Técnico-Científica, além dos constantes avanços nos meios de transporte e comunicações, as indústrias não precisam mais se instalar próximas aos mercados de consumo. Na atualidade, outros fatores também influenciam a localização, como mão de obra barata e numerosa e incentivos fiscais. Atualmente, outros dois fatores também são levados em conta: sindicatos fracos e incentivos fiscais.
  • Tipos de indústrias:
    • Indústrias de base ou de bens de produção: fornecem bens que alimentam outras indústrias.
    • Indústrias de bens de capital ou intermediárias: são as metalúrgicas, indústrias de máquinas e equipamentos, ferramentas ou autopeças para outras indústrias.
    • Setor ou indústria de bens de consumo: é o que abastece o mercado consumidor com produtos que podem ser duráveis e não duráveis.
    • Indústrias de ponta: indústrias de informática, aeroespacial e eletrônica.
  • Meios de produção:
    • Taylorismo: método científico de produção que consiste na super fragmentação das tarefas, melhora no ambiente do operário, cronometragem de cada etapa e uma política aos funcionários de destaque.
    • Fordismo: estratégia que busca maximizar os lucros por meio da divisão das etapas produtivas, padronização da mercadoria uso da esteira.
  • A indústria no Brasil (retirado de: http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/industrializacao_brasil.htm)
    • Introdução: Enquanto o Brasil foi colônia de Portugal (1500 a 1822) não houve desenvolvimento industrial em nosso país. A metrópole proibia o estabelecimento de fábricas em nosso território, para que os brasileiros consumissem os produtos manufaturados portugueses. Mesmo com a chegada da família real (1808) e a Abertura dos Portos às Nações Amigas, o Brasil continuou dependente do exterior, porém, a partir deste momento, dos produtos ingleses.
    • Começo da industrialização: Foi somente no final do século XIX que começou o desenvolvimento industrial no Brasil. Muitos cafeicultores passaram a investir parte dos lucros, obtidos com a exportação do café, no estabelecimento de indústrias, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro. Eram fábricas de tecidos, calçados e outros produtos de fabricação mais simples. A mão de obra usadas nestas fábricas eram, na maioria, formada por imigrantes italianos.
    • Era Vargas e desenvolvimento industrial: 
      • Foi durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945) que a indústria brasileira ganhou um grande impulso. Vargas teve como objetivo principal efetivar a industrialização do país, privilegiando as indústrias nacionais, para não deixar o Brasil cair na dependência externa. Com leis voltadas para a regulamentação do mercado de trabalho, medidas protecionistas e investimentos em infra-estrutura, a indústria nacional cresceu significativamente nas décadas de 1930-40. Porém, este desenvolvimento continuou restrito aos grandes centros urbanos da região sudeste, provocando uma grande disparidade regional.
      • Durante este período, a indústria também se beneficiou com o final da Segunda Guerra Mundial (1939-45), pois, os países europeus, estavam com suas indústrias arrasadas, necessitando importar produtos industrializados de outros países, entre eles o Brasil.
      • Com a criação da Petrobrás (1953), ocorreu um grande desenvolvimento das indústrias ligadas à produção de gêneros derivados do petróleo (borracha sintética, tintas, plásticos, fertilizantes, etc).
    • Período JK: Durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956 -1960) o desenvolvimento industrial brasileiro ganhou novos rumos e feições. JK abriu a economia para o capital internacional, atraindo indústrias multinacionais. Foi durante este período que ocorreu a instalação de montadoras de veículos internacionais (Ford, General Motors, Volkswagen e Willys) em território brasileiro.
    • Últimas décadas do século XX: Nas décadas 70, 80 e 90, a industrialização do Brasil continuou a crescer, embora, em alguns momentos de crise econômica, ela tenha estagnado. Atualmente o Brasil possui uma boa base industrial, produzindo diversos produtos como, por exemplo, automóveis, máquinas, roupas, aviões, equipamentos, produtos alimentícios industrializados, eletrodomésticos, etc. Apesar disso, a indústria nacional ainda é dependente, em alguns setores, (informática, por exemplo) de tecnologia externa.
  • Observações sobre indústria:
    • Assim como em outros países subdesenvolvidos, o Brasil na atualidade sofre com a retração da industria e com a desconcentração industrial. As cidades menores oferecem benefícios fiscais e a longo prazo os benefícios seriam maiores que os prejuízos. Infelizmente não foi isso que aconteceu, pois o país onde as transnacionais se instalam, consomem e geram lucro para esta, que acaba infelizmente, reinvestindo seus lucros nos países de origem.
  • Para saber mais: http://www.ub.edu/geocrit/sn/sn-124h.htm.

Critério 02: Interpretação de mapas e gráficos referentes ao tema em estudo.

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Revisão: Vídeo-aula de História (República Velha)

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Resumão Química – Química Orgância

Critério 01: Nomenclatura de hidrocarbonetos não ramificados e ramificados.

  • Nomenclatura de hidrocarbonetos não ramificados: nº de Carbonos + tipo de ligação entre carbonos + o.
  • Observação:
    • caso seja uma cadeia fechada, colocar, no começo da palavra, mais um sufixo: ciclo;
    • incicar a posição da tripla/dupla ligaçãopor número
  • Nomenclatura de radicais:
    • Um ou dois carbonos: nº de carbonos+il. Ex: metil, etil.
    • Três carbonos, quatro carbonos ou cinco carbonos:  [prefixo]+nº de carbonos+il. O prefixo é determinado da seguinte maneira:
      • n- ou sem prefixo: a valência está nas pontas do grupo orgânico.
      • iso: caso fazer um corte no meio, a cadeia será simétrica.
      • sec- ou s-: caso a valência esteja em um carbono secundário.
      • terc- ou t-: caso a valência esteja em um carbono terciário.
  • Nomenclatura de hidrocarbonetos ramificados: radical + nº de Carbonos + tipo de ligação entre carbonos + o.

Critério 02, parte 1: Álcoois.

  • Álcoois:
    • Classe funcional álcool: Apresenta uma hidroxila (oxidrila) em sua estrutura.
    • Nomenclatura de álcoois não ramificados:  nº de carbonos+ligações entre carbonos+ol.
    • Nomenclatura de álcoois ramificados: radical +  nº de carbonos+ligações entre carbonos+ol.
    • Classificação dos álcoois:
      • Álcool primário: o carbono que é ligado ao OH é primário.
      • Álcool secundário: o carbono que é ligado ao OH é secundário.
      • Álcool terciário: o carbono que é ligado ao OH é terciário.
  • Observações:
    • metanol pode ser chamado de álcool metílico.
    • etanol pode ser chamado de ácido etílico.
    • A cadeia principal é a maior sequência de carbonos que contém aquele que está ligado à hidroxila (OH).
    • Quando há mais de uma probabilidade de posição do OH e da ramificação é necessário indicá-la por meio da numeração dos carbonos. A numeração dos carbonos é feita começando pela extremidade mais próxima do grupo.
    • OH.Nomenclatura usual: álcool+radical+ico.

Critério 02, parte 2: Enóis.

  • Possuem a hidroxila ligada diretamente a um carbono insaturado (com dupla ligação).

Critério 02, parte 3: Fenóis.

  • Fenóis são compostos que possuem o grupo hidroxila(-OH) ligado diretamente ao anel benzênico. Veja a estrutura molecular:

Critério 03 e 04: Aldeídos e cetonas; Ácidos carboxílicos.

  • Aldeídos.
    • Classe funcional aldeído: Apresenta uma  formila (aldoxila, -CHO) em sua estrutura.
    • Nomenclatura de aldeídos não ramificados:  nº de carbonos+ ligações entre carbonos+al.
    • Nomenclatura de aldeídos ramificados: .radical + nº de carbonos + ligações entre carbonos+ al.
    • Observações:
      • o metanal pode ser chamado de formol ou formaldeído.
      • A aldoxila sempre será a posição 1 da cadeia carbônica.
      • A cadeia principal é a maior sequência de carbonos que contém aquele que está ligado à aldoxila (CHO).
  • Cetonas.
    • Classe funcional cetona: Apresenta uma  carbonila em sua estrutura.
    • Nomenclatura de cetonas não ramificados:  nº de carbonos + ligações entre carbonos + ona.
    • Nomenclatura de cetonas ramificados: radical + nº de carbonos + ligações entre carbonos + ona.
    • Observações:
      • a acetona é a menor ~cetona que existe (propanona);
      • a cadeia principal é a maior sequência de carbonos que contém aquele que está ligado à carbonila;
      • Quando há mais de uma probabilidade de posição da carbonila e da ramificação é necessário indicá-la por meio da numeração dos carbonos. A numeração dos carbonos é feita começando pela extremidade mais próxima do grupo carbonila;
      • Nomenclatura usual: radical+cetona.
  • Ácidos carboxílicos.
    • Classe funcional ácido carboxílico: Apresenta uma  carboxila(que está representado abaixo, mas também pode ser representado por -COOH]) em sua estrutura.
    • Nomenclatura de aldeídos não ramificados:  ácido +nº de carbonos+ligações entre carbonos+óico.
    • Nomenclatura de álcoois ramificados: ácido + radical + nº de carbonos + ligações entre carbonos + óico.
    • Observações:
      • A carboxila sempre será a posição 1 da cadeia carbônica.
      • A cadeia principal é a maior sequência de carbonos que contém aquele que está ligado à carboxila (COOH).

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